sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

2010.


Uma esperança. Uma mudança. ‘‘Sim, nós podemos’’.

E digo sim para todos aqueles que me disseram não. Eu digo ‘oi’ e você diz ‘até mais’. Não me importa o que você irá dizer. Desde que eu não te ouça.

Começando de um jeito amargo, já que o doce é bom guardar para outras ocasiões. É sempre bom saber em qual situação você irá usar qual. Pra mim, palavras e remorso andam juntas. Eu prefiro andar com um chocolate, mesmo repudiando ao extremo o seu sabor.

E se eu não tivesse essa ligação tão intensa com o chocolate, não teria como continuar escrevendo aqui. Estaria agora vendo algum documentário sobre o acasalamento dos animais no Animal Planet.

Eu troquei a manhã pela noite, e senti como é estar observando os detalhes quando todos estão dormindo e a quilômetros de distancia. É bem divertido.

O quão trágico nossa vida pode se tornar? Um dia você lava a louça e no outro procura os restos de pratos quebrados no chão de sua cozinha. Um dia você vai à praia e se queima devido à grande exposição solar e no outro, morre afogado. Consequências da chuva que insiste em cair diariamente. Situações que nos fazem pensar até quando vamos continuar ignorando a realidade para dar atenção aos atores de novela que estão apaixonados.

Uma mudança que pode ser constante (ou seja, sempre vai ser mudança) é o fato de duas pessoas estarem unidas por atração – seja ela física ou emocional – e que acabam se tornado uma por motivos não tão românticos. Exemplo de controle total sobre o outro eu tenho, mas prefiro não comentar. Até porque esse controle é ilusoriamente saudável, só falo dele quando o sonho cor-de-rosa termina (espero não falar dele então xD). Até lá, brinquem até alguém recomendar o filme ‘Scarface’ para vocês verem juntos e abraçados. Fuck.

As férias encerradas, pré-adolescência bem distante e o desejo de conhecer pessoas novas bem perto. Serão encontros marcados, reuniões atrasadas e festas sem hora para terminar. Isso é se não tiver ninguém para me assaltar na rua.
Otimismo funciona, mas não tão bem como o Pessimismo. Sem ele, o otimismo eventualmente não existiria. E se eu quero chegar ao otimismo, preciso passar por essa estrada que conheço como a palma da minha mão. A cada ano fica mais fácil de atravessar, uma vez que se conheçam os atalhos. E aos 17 anos, ela acaba se tornando apenas uma Avenida Goiás da vida.

Grande, mas não tortuosa.


Niquenique Babarucha pra vocês xD